Santos inicia campanha "Lugar de Remédio Não é no Lixo"
23/04/2010 - A Tribuna
Com o objetivo de conscientizar e promover o descarte de medicamentos sem prejuízos à saúde da população e ao meio ambiente, a Prefeitura de Santos iniciou nesta quinta-feira a campanha ‘Lugar de Remédio Não é no Lixo’.
Realizada pela farmácia Sais da Terra Integrada, a iniciativa disponibilizará dois ecopontos para que os munícipes depositem remédios fora da validade ou que não estão sendo usados. Os postos ficam nas ruas Galeão Carvalhal, 48, e Azevedo Sodré, 24. Os ecopontos funcionam das 9h às 19h, de segunda a sábado, com exceção da loja da Rua Azevedo Sodré, que fecha às 13h aos sábados.
De acordo com o proprietário da farmácia e idealizador do projeto, Ricardo Delsin, as substâncias químicas contidas nos remédios contaminam o solo e a água, quando vão para o lixo comum e acabam trazendo prejuízos ao meio ambiente e ao homem.
As ações voluntárias promovidas na Região Metropolitana da Baixada Santista pelo Instituto EcoFaxina sempre retiram grandes quantidades de medicamentos do sistema estuarino
A campanha vai alertar que remédios não podem ser jogados no lixo comum, pia ou vaso sanitário. O material arrecadado será incinerado por uma empresa homologada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), contratada pela Sais da Terra. Segundo a organização, o período da campanha é indeterminado.
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Com o objetivo de conscientizar e promover o descarte de medicamentos sem prejuízos à saúde da população e ao meio ambiente, a Prefeitura de Santos iniciou nesta quinta-feira a campanha ‘Lugar de Remédio Não é no Lixo’.
Realizada pela farmácia Sais da Terra Integrada, a iniciativa disponibilizará dois ecopontos para que os munícipes depositem remédios fora da validade ou que não estão sendo usados. Os postos ficam nas ruas Galeão Carvalhal, 48, e Azevedo Sodré, 24. Os ecopontos funcionam das 9h às 19h, de segunda a sábado, com exceção da loja da Rua Azevedo Sodré, que fecha às 13h aos sábados.
De acordo com o proprietário da farmácia e idealizador do projeto, Ricardo Delsin, as substâncias químicas contidas nos remédios contaminam o solo e a água, quando vão para o lixo comum e acabam trazendo prejuízos ao meio ambiente e ao homem.
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